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Cuidado excessivo: o que você sabe sobre pais superprotetores?

Os cuidados excessivos de pais superprotetores

O ato de cuidar e proteger os filhos é uma atitude natural de qualquer mãe e pai. No entanto, devemos ser cautelosos quando exageramos na proteção, assim, evitar que sejamos pais superprotetores

Obviamente, pais protetores estão cheios de boas intenções, mas barrar o seu filho constantemente pode ser prejudicial para o desenvolvimento dele. Quer entender e saber se você tem cuidados exagerados? Confira mais!   

O que é a superproteção? 

Apesar de serem palavras coligadas, a proteção e a superproteção são atitudes diferentes.  A proteção é saudável e essencial para os filhos, enquanto a superproteção pode ser negativa e danosa, indo além da satisfação e dos cuidados necessários. 

A proteção exagerada sem um equilíbrio, pode virar uma síndrome obsessiva e afetar até mesmo o relacionamento e o sistema familiar. O que era para cuidar e zelar, tem chances de gerar um resultado contrário. 

7 consequências do comportamento de pais superprotetores 

É importante notar que querer ver seu filho feliz não é mesma coisa que evitar que ele passe por dificuldade e frustrações. Ele vai errar, cair, aprender com os erros e tudo bem passar por isso. 

Aceite que é um processo fundamental para o crescimento e amadurecimento da criança! Saiba quais são os impactos de ser superprotetor para seu filho(a): 

1 – Depressão

2 – Ansiedade

3 – Falta de autonomia;

4 – Insegurança;

5 – Frustrações;

6 – Comportamentos agressivos;

7 – Isolamento social. 

Os comportamentos de pais superprotetores

Como saber se estou sendo um pai ou mãe superprotetora? 

Sabemos que é um desafio e tanto você dosar os cuidados com o seu pequeno, mas acredite, é importante perceber que alguns comportamentos são negativos para a criação dele. 

Atitudes do cotidiano de pais superprotetores, confira abaixo:  

1) Medo constante de que algo ruim possa acontecer 

Frases como “o mundo anda tão perigoso” ou “do jeito que está, a gente precisa ter precaução” são bem comuns entre os pais. 

É claro que você precisa ter certas preocupações, mas não é por isso que você deve negligenciar e querer controlar a criança o tempo todo.  

2) Tratar o pequeno de uma forma que não corresponde com a idade dela 

A criança ainda bebê certamente necessita dos nossos cuidados. No entanto, conforme ela cresce, vai se desvinculando de você e aprendendo a se portar como indivíduo no mundo. 

Na superproteção, o desenvolvimento de autonomia não acontece. É quando os pais infantilizam os filhos, seja na forma de falar ou de ações. 

3) Medo excessivo de que o filho se machuque brincando

As crianças precisam brincar! É dessa forma que elas vão desenvolver tanto a mente como a parte física, além de aprender a se relacionar como mundo. 

Em algum momento vão se machucar, ter um arranhão, e isso é normal, não o fim do mundo! Não isole o pequeno em uma bolha para evitar esses problemas, é saudável também ter contato com outras crianças

4) Realizar as vontades para compensar momentos de frustrações ou desconforto 

Muitos pais passam a mão na cabeça, compram coisas para compensar uma nota baixa na escola, ou por ter tomado injeção por estar doente. 

Você além de estar deseducando o seu filho, está desestimulando o amadurecimento dele. A criança precisa aprender a lidar com todos os tipos de emoções, é uma forma dela crescer. 

Permita que seu filho erre e seja imperfeito! 

É doloroso para nós adultos errarmos e não aceitarmos as imperfeições. Por isso, pensamentos assim podem gerar frustrações e refletir nas crianças. Infelizmente, atitudes de pais superprotetores aparecem sem notarmos. 

Entenda, ser protetor não é um erro! É fundamental dar apoio, suporte, carinho para a criança, mas nada de controlar demais, invadir o espaço ou tomar decisões por ela. Deixe que seu filho se torne um adulto preparado, mesmo com as imperfeições! 

Você se considera um pai ou mãe superprotetora? Deixe o seu comentário! 

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