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5 dicas para resolver brigas entre irmãos

Quem tem dois filhos ou mais sabe como é comum que haja brigas entre irmãos. Qualquer discussão pode se tornar acalorada demais, passando por ofensas e até agressões físicas. Por mais que possa ser algo normal, o ideal é que não vire rotina. Afinal, se uma criança não consegue discutir de forma civilizada com alguém da família, em outros ambientes e com pessoas desconhecidas, pode ser ainda mais complicado. Vamos conversar mais sobre esse assunto? Neste post, vamos entender as principais causas e vou te dar 5 dicas de como evitar brigas entre irmãos. Confira: Leia mais

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Como educar seus filhos? Aprenda a ensinar valores – Tonia Casarin

Aprender como educar os filhos dá trabalho, não é uma tarefa simples e fácil. Por vezes, os pais sentem-se cansados, estressados, frustrados ou simplesmente sem tempo. Ser pai e mãe exige dedicação, paciência, autocontrole, energia, amor, perseverança… Opa…

Se acendeu uma “luzinha de alerta” em sua mente, é bom não ignorá-la. Pode ser um sinal de pistas importantes do que não está indo bem, caminhando como gostariam. Como dedicar tempo para a educação dos filhos se nunca temos tempo? Priorizar, organizar rotina, estar realmente presente na companhia dos filhos, compreender quais valores são importantes para vocês pais e se sintonizar com as necessidades emocionais dos filhos são algumas sugestões que podem orientar esse processo de educar.

Se o tempo é curto, é preciso que ele seja de qualidade, mas como ele deveria ser? Como educar seus filhos com valores são fundamentais para vocês? E seus filhos, o que eles consideram importante e do que precisam para estar no mundo e se virarem quando forem adultos?

Ok. Não se desesperem. Saibam que educar uma criança não é simples e nem fácil. Afinal, não existe receita pronta. Cada pessoa, família, comunidade, têm suas próprias crenças e valores.

Quer algumas dicas sobre como educar seus filhos? Continue a leitura:

Como educar seus filhos com os valores dos pais?

Quando você começa a educar uma criança, preza por dar a ela os melhores valores e propósitos que conhece. Veja como passar para seus filhos os princípios nos quais acredita:

Faça uma lista

Sugiro um exercício para vocês começarem a se conectar com seus valores e propósitos direcionados à educação dos seus filhos. 

Faça uma lista do que é importante para vocês na educação de seus filhos. Exemplos: gentileza, autonomia, autodisciplina, autoestima, habilidade para se relacionar, prática de esportes e boa alimentação.

Você também pode listar tudo aquilo que tem feito para ajudar seus filhos a desenvolver suas habilidades.

Exemplos:

  • combino que meu filho deverá ajudar a família a realizar algumas tarefas para casa, mas que sejam apropriadas a sua faixa etária;
  • convido amigos para brincar com meu filho ou incluo atividades com crianças nos finais de semana;
  • dedico um tempo diariamente para conversar ou brincar com meus filhos;
  • organizo a rotina de sono, alimentação, estudo e me certifico de que será cumprida.

Observe os sabotadores diários 

Note o que tem desviado vocês de seus objetivos, considerando pensamentos sabotadores:

  • “Estou muito cansado hoje. Compenso no final de semana com um passeio no clube ou qualquer outra atividade”;
  • “Ele é muito desobediente. Não tem jeito, ele sempre será do contra!”;
  • “Vou deixá-lo jogar só mais um pouco de videogame pois ele insistiu muito e fica tão tranquilo…”;
  • “Não sou uma boa/bom mãe/ pai”;
  • “Meu filho poderia ser igual a seu amigo que é tranquilo, educado, obediente…”.

Além dos pensamentos, há também os comportamentos sabotares: superproteção, adiamento (“deixa para lá”), críticas, promessas não cumpridas, falar demais e não ouvir, permissão para a criança fazer o que tem vontade sempre, fazer as tarefas da criança…

E as emoções desconfortáveis, será que você também costuma sentir?Tristeza, frustração, raiva, medo, ansiedade, preguiça, ciúmes…

Seja realista

Reflita e liste comportamentos orientados para aquilo que é importante na educação das crianças. Mas, lembre-se de que saber como cuidar de seus filhos é ser, acima de tudo, realista. Vocês não são máquinas! Veja algumas dicas de atividades que você pode incluir no dia a dia:

  • tenha um tempo para jogar, brincar e conversar com meu filho diariamente;
  • organize e cumpra uma rotina adequada e realista de sono, alimentação e estudo, apesar dos protestos que a criança possa fazer;
  • escutar mais meu filho;
  • faça promessas que você realmente vai cumprir: o cinema do final de semana e a leitura do livro antes de dormir, por exemplo;
  • aceite suas imperfeições: você pode (e deve!) errar e aprender com seus erros.

Esse exercício ajudará vocês a se aprofundar com seus valores, entender melhor quais obstáculos desviam daquilo que traçaram como fundamental para a educação dos seus filhos e a se conectar com aqueles que estão em sintonia com o que acreditam.

É preciso entender que alguns desvios vão acontecer, assim como reavaliações das estratégias que escolheram, pois afinal vocês não são robôs que seguem mecanicamente um script pré-programado. Sempre haverá obstáculos ou mudanças no meio do caminho, mas o importante é estar atento e consciente ao notar o que realmente é fundamental para vocês e seus filhos, e aos rearranjos que precisarão fazer, aceitando que ninguém é perfeito.  Desta forma, vocês vão aprender a realizar escolhas mais comprometidas com seus valores, libertando-se de automatismos que os levam a repetir sem refletir aquelas práticas disciplinares que aplicam porque conhecem, mas sabem lá no fundo de suas mentes e corações que de fato não servem mais, não funcionam como gostariam.

Como você viu, saber como educar seus filhos é um processo de aprendizagem diário, portanto não deve ser negligenciado. Agora, é arregaçar as mangas e começar o trabalho, comemorando cada ganho e sucesso, reavaliando o que não deu certo.

Para se aprofundar nesse assunto, tenho um curso que vai otimizar ainda mais o processo. Conheça mais sobre Emoções em Família e Tsunami Familiar.

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O que são emoções e como lidar com sentimentos ruins – Tonia Casarin

Muitas vezes, fica implícito na nossa sociedade que não devemos nos mostrar tristes e que o choro deve ser evitado. Meninos crescem sem saber o que são emoções, julgando o que sentem apenas como sentimentos ruins.

Expressões como “homem que é homem não chora” ou “não tens motivos para estar triste” é o mesmo que dizer: “Não expresse os seus sentimentos ruins”. Fomos educados a não sentir raiva e quanto ao medo é só para os mais “fracos”.

Geralmente, classificamos o que são emoções diferenciando-as entre=&0=&, positivas ou negativas. No entanto, é fundamental compreender que =&1=&para nosso desenvolvimento.

Para saber mais sobre emoções, continue a leitura:

O que são emoções?

A palavra “emoção” vem do latim emovere, que significa “energia em movimento” (e = energia e movere = movimento). Toda a emoção, mesmo aquela vista como um sentimento ruim, existe para fazer como que a gente se movimente, ou seja, siga em frente e mude aquilo que está em desequilíbrio.

A emoção é um conjunto de respostas do nosso organismo a um estímulo externo.

Existem sentimentos ruins?

Emoções não são boas nem más. Elas podem ser =&4=&ou =&5=&mas são todas adaptativas, isto é, orientam para a nossa sobrevivência. É importante entender que todas elas têm um papel fundamental de alertar e sinalizar quando percebemos que algo importante para o nosso bem-estar está acontecendo.

O medo, por exemplo, pode ser desagradável, mas é ele quem nos alerta para o perigo! Já imaginou se as crianças não tivessem medo, considerado um dos “sentimentos ruins”? Elas com certeza colocariam a mão no fogão ou poderiam se entregar a qualquer desconhecido, entre outras ações que as colocariam em risco.

A raiva também é desagradável, afinal nenhuma criança gosta de ser contestada ou quando algo que deseja não ocorre. No entanto, ela é fundamental para os pequenos expressarem os motivos de sua insatisfação.

A raiva nas crianças pequenas facilita a ação para alcançar uma meta e pode estar vinculada a uma qualidade humana positiva: a persistência. 

A tristeza, apesar de não ser agradável, nos ajuda a identificar e a evitar o que nos faz mal. Ela tem a função de desencadear a conexão frente à perda.

Por exemplo: se o seu filho ficou triste depois de brigar com um amigo, a tristeza vai ajudá-lo a identificar que não é legal repetir os atos que desencadearam esse sentimento.

Afinal, será que os sentimentos “ruins” são realmente ruins?  Lembre-se: =&6=&, sejam agradáveis, sejam desagradáveis, têm =&7=& no desenvolvimento dos pequenos e também do nosso!

Entendeu o que são emoções? Para se aprofundar no assunto,  se inscreva no curso online Emoções em Família.

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A importância do lúdico na aprendizagem – Tonia Casarin

Quem nunca brincou de se fantasiar de seu personagem favorito, de um super-herói ou de alguma princesa que você admirasse? O mundo das fantasias é fundamental para o desenvolvimento da criança, incluindo na assimilação do conhecimento. Portanto, não subestime a importância do lúdico na aprendizagem.

Você já parou para pensar como os personagens podem auxiliar seu filho a entender valores importantes, que ele vai levar para a vida toda? Neste post, vamos conversar um pouco sobre isso.

Menino vestido de herói e mostrando a importância do lúdico na aprendizagem.

Qual a importância do lúdico na aprendizagem?

Veja como a fantasia pode auxiliar na educação escolar e profissional do seu filho:

Inteligência emocional

A fantasia é uma ferramenta que seu filho tem para assimilar valores, expressar o que sente, experimentar a beleza da espontaneidade e de um mundo sem regras. É nesse lugar que ele aprende a desenvolver melhor a =&3=&.Estar na pele de um personagem com a fantasia ajuda a criança a se colocar no lugar dele e a tomar decisões sob a perspectiva do personagem. Isso reflete a empatia e a tomada de decisões!

Preparo para dificuldades

Ao dar vida a um super-herói no mundo do “faz de conta” e fazê-lo passar por desafios, as crianças ensaiam para =&4=& Enfrentam problemas e buscam soluções criativas em seu repertório para solucionar a questão.

=&5=& tem a capacidade de transformar um processo complexo em natural. Além disso, o herói vai ao encontro de nossos maiores desejos e, por isso, se torna uma =&6=&. Todo mundo quer superar desafios e vencer, e para as crianças não é diferente. É uma maneira de estimular =&7=&=&8=&=&9=&.

Empoderamento

Afinal, em um mundo onde a criança tem pouca autoridade e são “dominadas” pelos adultos, =&10=&, onde ela determina as regras e situações que provocariam medo ou que fariam com que se sentisse vulnerável.  

Independência

A brincadeira leva a criança a superar obstáculos da vida real: c omo se vestirs, comer um alimento sem deixar cair, fazer amigos, enfim, como corresponder às expectativas dos padrões adultos.

Meninas se sentindo como princesas e exemplificando a importância do lúdico na aprendizagem.

Quais lições podemos tirar do mundo das fantasias?

Assim, resumimos aqui a importância do lúdico na aprendizagem da criança:

  • aprender e desenvolver valores como bondadesabedoriainteligência força;
  • aprender a solucionar qualquer problema e ultrapassar obstáculos;
  • estimular a memória e a criatividade;
  • desenvolver o sentimento de pertencimento. Os super-heróis não tem de se preocupar com os compromissos que caracterizam o mundo real e suas soluções são sempre aceitas;
  • assimilar conceitos de liderança responsabilidade. Repare que as pessoas que procuram os super-heróis pedem que as guiem e resolvam suas dúvidas, enquanto eles não recebem ordens de ninguém;
  • aprender a processar emoções e desenvolvem processos cognitivos.

Entendeu a importância do lúdico na aprendizagem socioemocional da criança? Você costuma contar histórias para seu filho? Sugerimos os livros Tenho Monstros na Barriga e Tenho mais Monstros na Barriga para trabalhar as emoções com os pequenos por meio do lúdico na aprendizagem! 

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A importância de estabelecer uma rotina de diálogo com seu filho.

Comunicar-se com seu filho é uma forma de construir um bom relacionamento com ele. E isso tem impacto não somente no desenvolvimento da linguagem dele, como também no desenvolvimento das competências socioemocionais. Ao compartilhar diariamente seus pensamentos com a criança e oferecer-lhe a oportunidade de se expressar, você estará ajudando a melhorar seu repertório de palavras e de emoções, por exemplo. Ao conversar diariamente, a criança passa a ter um vocabulário mais rico e a compreender melhor as estruturas das frases, o que pode levar a uma maior capacidade de expor suas ideias na vida pessoal e na escola. E esse vocabulário é construído desde o momento em que o bebê nasce.

Além disso, a comunicação melhora a alfabetização emocional, pois quando uma criança é capaz de expressar suas emoções com clareza, é mais provável que ela consiga resolver seus problemas por meio de diálogo. E o melhor lugar para praticar o diálogo de forma segura é em casa. As crianças que não têm essa capacidade de se expressar tendem a ficar frustradas e reagir de forma inadequada para conseguir o que querem. Essas habilidades vão se desenvolvendo ao longo dos anos.

Conversar para compreender melhor

Conversar com seu filho e ouvir seus medos, sonhos e expectativas, demonstrando interesse na vida dele, é uma forma de compreendê-lo melhor. Sabemos que hoje em dia a rotina dos pais é muito corrida, mas separar um tempo para conversar significa mostrar a eles que são ouvidos e valorizados. E, mais do que isso, trocar com eles seus medos, como foi seu dia. Lembre-se que você é o exemplo a ser seguido e as crianças imitam nossos comportamentos. Portanto, se você não dividir e não falar de seus sentimentos com seus filhos, não espere que ele fale com você.

Na volta da escola, por exemplo, quando perguntamos “Como foi a aula hoje?”, a resposta costuma ser bem sucinta: “normal”, “boa”, “nada de mais”, “legal”. É mais interessante e produtivo perguntar “Qual foi a coisa mais legal que você aprendeu hoje?” ou “Com quem você brincou no recreio?”. Pensar em perguntas mais específicas e tentar perguntar a mesma coisa mas de forma diferente pode ajudar a iniciar o diálogo em casa. Essas perguntas não levam a respostas automáticas como “A aula foi legal”, permitindo que você conheça melhor seu filho e construa um vínculo maior com ele.

As crianças precisam interagir com inúmeras pessoas na escola, como colegas, professores e demais funcionários, o que deve ser feito de forma educada. Ao praticar regularmente a comunicação dentro do ambiente familiar, elas aprenderão desde cedo a ter comportamentos adequados em outras situações. E esse comportamento muitas vezes é simplesmente a =&2=&.

Dicas para uma boa comunicação

Portanto, não deixe de buscar sempre estabelecer uma boa comunicação com seu filho. Para ajudar nessa missão, seguem algumas dicas:

=&3=& de forma sensível a tudo que ele disser ou expressar, tanto coisas boas quanto ruins;

– Encoraje-o a falar para que ele possa =&4=&;

=&5=& como gestos, tom de voz e palavras, para realmente entender o que ele está dizendo;

– Faça perguntas e =&6=& no que ele está falando;

– Leve em consideração o que crianças de diferentes idades são capazes de entender e quanto tempo conseguem prestar atenção numa conversa;

=&7=& e como foi o seu dia com o seu filho;

– Estabeleça uma =&8=& com o seu filho, pode ser na hora do jantar, ou antes de dormir. Envolva toda a família nesse momento de diálogo.

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